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  • APOLLINAIRE, Guillaume
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  • PROENÇA, Pedro 1962-, il.
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  • FERNANDES, Aníbal 1944-, trad.
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     ASSUNTOS:
     
  • Peças de teatro
  •  
     
     
    TÍTULO: As mamas de tirésias : drama surrealista em dois actos e um prólogo / Guillaume Apollinaire ; trad. e apresentação Aníbal Fernandes ; il. Pedro Proença ; rev. António Lampreia

    AUTOR(ES):
    APOLLINAIRE, Guillaume; PROENÇA, Pedro 1962-, il.; FERNANDES, Aníbal 1944-, trad.
    ASSUNTOS: Peças de teatro
     
    DESCR.INTELEC.: 
    «"As Mamas [deTirésias]" não têm lugar à parte na obra de Apollinaire. [...] O poeta é subtil a fingir que toma a sua flauta-de-pã por uma gaita popular. Até a rima é risível, reduzida a uma intenção cénica. Trata-se do teatro, do teatro desta época. Divertir-nos é o único propósito do dramaturgo, um criador de ilusões que não quer ver-nos desesperados: a vida basta para nos aborrecer, o pessimismo deixa de ser deste tempo. Mas não separa o teatro da vida. O tema é de hoje: não se trata, afinal, de uma peça escrita para nós? Põe em evidência a lição da guerra e moraliza de uma forma idêntica à que utiliza para rimar: divertindo-nos. "As Mamas" liberta-nos, enfim, do teatro de bulevar... Se o cinema já nos tinha dado Charlie Chaplin (e não será "As Mamas" o que ele costuma interpretar?) Apollinaire deu-nos Tirésias. [...]«Os cenários de Serge Ferat evocavam, sem tornar precisos, Zanzibar e Paris no quadro fantástico de casas que procuram o infinito. Uma moralidade musical acrescentou alguma tristeza aos revólveres muito divertidos, ao acordeão, à gaita de foles e à louça partida. Max Jacob e Paul Morisse deram força aos coros, como se eles fossem anjos perdidos no meio dos homens. E a sala, em peso, emprestou à peça a música dos seus sentimentos. «Não estava lá ninguém que soubesse dar a esta manifestação o seu verdadeiro sentido, e pintores houve (alguns, ingratos, desataram mesmo a rir-se) que julgaram seu dever protestar. Nem Matisse, nem Derain, nem Picasso, nem Braque, nem Léger lá estiveram. As Mamas foi comparado a Ubu Roi e a Parade. Mas não tiveram razão: eles é que deviam ser comparados às Mamas de Tirésias.
    PUBLICACAO: 
    Lisboa : Sistema Solar, 2012
    DESCR. FISICA: 
    83, [3] p. : il. ; 24 cm
    ISBN: 
    978-989-8566-20-1
    Cota: 
    B:6:1/165
    CLASSIFICACAO: 
    792
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    Exemplares
    LocalCotaVol.Tipo Emprést.Estado 
    Escola Superior de EducaçãoB:6:1/1650MonografiasDisponível

    Assunto: 
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